CHARLES HADDON SPURGEON

“There is no such thing as preaching Christ and Him crucified, unless we preach what nowadays is called Calvinism. It is a nickname to call it Calvinism; Calvinism is the gospel, and nothing else. I do not believe we can preach the gospel, if we do not preach justification by faith, without works; nor unless we preach the sovereignty of God in His dispensation of grace; nor unless we exalt the electing, unchangeable, eternal, immutable, conquering love of Jehovah; nor do I think we can preach the gospel, unless we base it upon the special and particular redemption of His elect and chosen people which Christ wrought out upon the cross; nor can I comprehend a gospel which lets saints fall away after they are called, and suffers the children of God to be burned in the fires of damnation[1]”.




[1] -  SPURGEON, Spurgeon e Harrald, CH Spurgeon’s Autobiography, Vol I, 172.


Falando sobre os problemas de acreditarmos na vontade do homem acima da vontade de Deus, ele diz):

 “Não existem tais problemas quando pregamos a Cristo e a Este Crucificado. A menos que pregamos o que actualmente é conhecido como Calvinismo – que na verdade é um apelido chamarmos ‘Calvinismo’, por que se trata do próprio Evangelho e nada mais - eu não acredito que poderíamos pregar o Evangelho se não pregarmos justificação pela fé, sem as obras; também não poderíamos pregar o Evangelho sem pregar a Soberania de Deus na Sua dispensação da graça;  se não creditarmos dignidade ao inalcançável, eterno, imutável e vitorioso amor de Deus; também não acho que poderíamos pregar o Evangelho, a menos que O tenhamos como base a especial e particular redenção dos Seus eleitos e povo escolhidos, os quais foram resgatados por Cristo na cruz; também não compreendo esse evangelho que permite que os filhos de Deus, após terem sido resgatados, sofrerem sob as chamas da condenação”.

(Trecho traduzido por Maique de Souza Borges)


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Charles Spurgeon


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Charles Haddon Spurgeon, referido como C. H. Spurgeon (Kelvedon, Essex, 19 de junho de 1834 — Menton, 31 de janeiro de 1892), foi um pregador batista calvinista britânico. Converteu-se ao cristianismo em 6 de janeiro de 1850, aos quinze anos de idade. Aos dezesseis, pregou seu primeiro sermão; no ano seguinte tornou-se pastor de uma igreja batista em Waterbeach, Condado de Cambridgeshire (Inglaterra). Em 1854, Spurgeon, então com vinte anos, foi chamado para ser pastor da capela batista de New Park Street, Londres, que mais tarde viria a chamar-se Tabernáculo Metropolitano, transferindo-se para novo prédio. Desde o início do ministério, seu talento para a exposição dos textos bíblicos foi considerado extraordinário. Sua excelência na pregação das Escrituras Bíblicas lhe renderam o título de O Príncipe dos Pregadores e O Último dos Puritanos.