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Cristo não ressuscitou dos mortos como uma pessoa em particular, mas como Cabeça público da igreja.
(Thomas Watson)

Você já parou para pensar o que a ressurreição representou para o próprio Cristo? É sobre isso que os dois textos abaixo falam.

Jonathan Edwards – Em Sua Ressurreição, Ele foi Justificado

Assim Cristo, nossa segunda garantia (em cuja justificação todos aqueles de quem Ele é fiador, estão virtualmente justificadas), não foi justificado até que Ele fizera a obra que o Pai havia designado, e guardado os mandamentos do Pai através de todos as provações, e, em seguida, em sua ressurreição Ele foi justificado. Quando Ele tinha sido condenado à morte na carne, mas vivificado pelo Espírito, 1 Pedro 3:18, então Ele que foi manifestado na carne foi justificado no Espírito, 1 Timóteo 3:16.
Mas Deus, quando o justificou, ressuscitando-o dos mortos, não só o libertou de sua humilhação pelo pecado, e o absolveu de mais sofrimento ou humilhação pelo pecado, mas o admitiu à vida eterna e imortal, e ao início da exaltação que era a recompensa do que Ele havia feito.
Extraído de “Justification by Faith Alone“.

Martyn Lloyd-Jones – O Significado da Ressurreição

A Ressurreição é o grande anuncio do fato memorável de que Cristo terminou a obra que Ele veio fazer. Ele não está mais “debaixo da lei”. Ele está de volta em glória. Por quê? Porque Ele cumpriu tudo o que a lei poderia exigir. Agora, a Lei esgotou-se nele, e Ele “não mais” vai morrer.
Ele não precisava sequer ter morrido. Deliberadamente Ele veio para o reino do pecado e da morte, a fim de nos livrar de tudo isso. Agora ele “já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele!”
Esse é o significado da ressurreição. Ele voltou para o reino acima e além do pecado e da lei e da morte. Ele conquistou esse reino inteiro, e ele voltou para a glória de onde Ele veio. Esse é o significado da ressurreição.
Extraído do livro “A Living Hope of the Hereafter“.


Por: Shai Linne © Lamp Mode Recordings Website: lampmode.com 
Visto em: Desiring God Blog (aqui e aqui)
Tradução: Vinícios Musselman