Características de Um Pregador Eficiente
William Perkins, em seu livro, A Arte de Profetizar (“The Art of Prophesying”), um dos primeiros livros escritos sobre a obra geral da pregação, disse que havia quatro grandes princípios que deveriam guiar e governar o pregador:

“1. Ler atentamente o texto nas Escrituras canônicas.
2. Dar o sentido e o entendimento dele, em sua leitura, mediante as próprias Escrituras. (Noutras palavras, a sua exposição deve ser escriturística. Você deve comparar Escritura com Escritura).
3. Juntar uns poucos e proveitosos pontos de doutrina, extraídos do sentido natural.
4. Aplicar (se tiver dom para isso) as doutrinas selecionadas, com acerto, à vida e ao modo de agir dos homens com uma alocução simples e clara”.

Aí temos uma excelente descrição, não somente da pregação puritana, porém de toda pregação genuína e autêntica. Como pregadores, não devemos oferecer apenas um ensaio ou uma dissertação sobre um assunto. É sempre mau sinal quando os homens leem um texto e depois fecham a Bíblia e a põem de lado, e passam a pregar o sermão que prepararam. Do começo ao fim, o que importa não é o homem ou as suas ideias; sempre deve ser esta Palavra, pois esta é a única fonte da autoridade do pregador.


D. M. Lloyd-Jones, em “A Pregação”, uma das palestras do ano de 1977 na Conferência de Westminster, com o tema geral “O Pensamento Anglicano e o Puritano”. A mesma constitui o 18° capítulo do livro Os Puritanos: Suas Origens e Seus Sucessores.

Agora assista ao vídeo do Pr. Paulo Romeiro, onde ele irá apresentar mais detalhes sobre as características do pregador:



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